Como IM se financia
Os programas de Iniciativas de Mudança, seus centros e voluntários de tempo integral são financiados em sua maior parte por doações pessoais. Em alguns países a maior fonte de ingresso provém do pagamento da anuidade de seus membros (por exemplo, o Japão). A maioria de seus programas é autofinanciável, através de doações individuais e de algumas instituições públicas e fundações. Na Índia, por exemplo, algumas companhias e organizações pagam para que seu pessoal participe nos cursos do Centro de Iniciativas de Mudança em Panchgani, próximo de Mumbai. O centro de conferências internacional em Caux, Suíça, é financiado em parte por uma escola de hotelaria que o aluga durante o tempo em que está disponível.
Para realizar uma melhor coordenação a nível internacional, colaborar com as Nações Unidas e outras instituições multilaterais, e facilitar a arrecadação de fundos, criou-se a Associação de Iniciativas de Mudança Internacional, na Suíça. Esta possui um comitê executivo formado por 9 pessoas, e tem Rajmohan Gandhi como presidente. Esta associação também controla o uso do nome de Iniciativas de Mudança e marcas registradas.
Apesar de que os princípios fundamentais de Iniciativas de Mudança se mantêm inalteráveis, sua forma de trabalho se encontra em constante evolução. Tendo o mundo se tornado mais diverso e complexo, já não é possível seguir considerando seu trabalho como uma campanha global ou projeto. Ao longo do tempo numerosos programas nacionais e internacionais têm se desenvolvido. Cada um deles tem sido criado com base nos objetivos estratégicos claros.
Desde o início se tem pensado, e se segue pensando, que pessoas e programas podem ser inspirados na busca pela solução de problemas reais, atraindo os recursos necessários. Há 60 anos seu iniciador, Frank Buchman, expressou esse princípio: ‘Para o que Deus chama, Ele provê’, pensamento que tem sido expressado de diferentes formas em várias culturas.